Governo esquece que o Estado deve ter por objetivo a promoção do bem comum

Estado

O que é o Estado senão uma instituição organizada, social e jurídica postada em um determinado território com suas leis, supostamente iguais para todos e com governo reconhecido tanto interna quanto externamente?

Em regimes democráticos, o Estado tem por objetivo promover o bem comum, ou seja, proporcionar condições para que todos os cidadãos alcancem seus objetivos de forma livre e universal desde que não levem prejuízos a quem quer que seja.

Estado totalitário

Mas esse bem comum não é passível de ser alcançado quando o Estado se apodera de todas as decisões de forma totalitária levando prejuízos socioeconômicos à grande maioria de sua população.  Por exemplo, promover reformas seja quais forem sem pedir, solicitar ou ouvir as opiniões de seu povo em relação às mudanças que queira realizar. Afinal, o Estado é sustentado pelos cidadãos através dos impostos recolhidos, que, aliás, nem sempre retornam para o bem estar de todos da forma como deveriam.

Sem consultar

Ano que vem teremos Eleições Gerais e, Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) propôs ao Congresso Nacional a implantação do sistema parlamentarista no Brasil.

Mas em nenhum momento o polêmico ministro procurou saber a opinião da população, não propôs nenhuma forma de consulta ou discussão envolvendo a opinião pública, ou seja, eu você, ele, nos, voz eles, ao contrário, usou de seu poder para aquilo que melhor lhe pareceu.

Regimes

Os regimes Presidencialista e Parlamentarista se diferenciam pela forma de atuação dos seus principais personagens.

No Parlamentarismo existem duas figuras; Presidente e Primeiro-ministro. O presidente exerce a função de chefe de Estado e o poder político fica por conta do primeiro-ministro que exerce a função chefe de Governo.

Questão de honra

O ministro Carlos Marun parece que foi escalado para fazer o papel de “primeiro-ministro” neste momento delicado para o governo que tenta a todo custo aprovar a reforma da Previdência. Pelo andar da carruagem, a aprovação parece ser uma questão de honra para o presidente Temer.

Criou encrenca

Mas o dançarino Marun, de cara criou encrenca.  Chegou falando demais. Disse que só sai dinheiro para estados e municípios se Temer receber apoio para a aprovação da reforma previdenciária.  Um grupo de governadores nordestinos pediu a cabeça do dançarino que por sua vez se apressou em desdizer tudo. É mole?

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